Esta é a Blythe
Pra quem caiu de pára-quedas nesta hitória de sorteio de Blythe aqui no BananaCraft e nem sabia direito o que é isso, resolvi fazer um post ah, digamos, educativo (risos). A boneca que virou febre entre as brasileiras mais crescidinhas tem história para contar e uma legião de fãs, dispostas a pagar um bom dinheiro por elas.
Fabricada pela Kenner em 1972, a Blythe original foi projetada por Marvin Glass & Associates. Em 1972, as crianças não curtiram muito os grandes olhos que mudavam de verde para azul para rosa e para laranja. A Blythe foi produzida por apenas um ano e não foi mais fabricada, por falta de compradores (eu sei que isso, hoje, é difícil de acreditar). Durante muito tempo, a Blythe foi uma curiosidade que só interessava aos colecionadores de bonecos. Depois, em 1997, Gina Garan, que trabalha como produtora de vídeo e TV, viu o potencial da boneca quando ganhou uma de presente e passou a tirar muitas fotos, sempre cheias de estilo. Foi o renascimento dos grandes olhos assustadores…
Em dezembro de 1999, durante a abertura de uma exposição para a CWC no Village, em Nova York, Gina Garan mostrou as fotos para Junko Wong. Junko levou essas fotos para Parco, uma loja de departamentos japonesa. O destaque da campanha de Natal 2000 da Parco usou Blythes em comerciais de televisão e na imprensa escrita e a Blythe foi apresentada ao Japão. No Verão de 2000, o livro This is Blythe, com fotos de Gina Garan, foi publicado pela Chronicle Books. No eBay, vintage Blythes saltaram de preço – de US$35 para US$350. A Blythe continuou como “cara” da Parco na campanha de primavera e verão de 2001. O preço de vintage Blythes pulou para milhares de dólares no eBay. Até mesmo as Neo-Blythes são vendidas por até quatro vezes o seu preço no varejo no site de leilão do Yahoo japonês. Em junho de 2001, a primeira leva de Neo-Blythes – produzida pela CWC e fabricada pela Takara – chegou ao mercado. O lançamento das Neo-Blythes foi em conjunto com uma exposição de fotografia de Gina Garan.
A Parco Limited Edition (1000 bonecas), esgotou em menos de uma hora e foi seguida por vários lançamentos. O primeiro aniversário foi marcado por uma série de eventos, inclçusive uma exposição de Gina Garan. A alta costura internacional também se rendeu aos encantos e nomes Issey Miyake, Chisato Tsumori e Hysteric Glamour já produziram para Blythes.
Hoje existem dois tipo de Blythe: a maior, de 28 cm, e a menor de 11cm, chamada de Petit Blythe. As grandes piscam e trocam a cor dos olhos. Existem livros japoneses que ensinam a fazer roupas, dão dicas de cabelos e penteados e até catalogam os lugares do mundo onde a cabeçuda já foi fotografada.
Aqui no Brasil, a legião de fãs só faz crescer. Roupas e as customizações na própria boneca viraram febre e é impossível fazer uma seleção das mais interessantes. Duvida? Então dá uma olhada no Flickr…
Para saber mais:
-This is Blythe – site recheado de informações e fotos (em inglês)
-Blythe Doll (em inglês)
-La boutique de Lupi – uma loja fofa, exclusiva para Blythes
Para votar no melhor nome para a Blythe que vai ser sorteada na 1ª Gincana BananaCraft – Eu quero a minha Blythe, clique aqui.
Para se cadastrar na 1ª Gincana BananaCraft – Eu quero a minha Blythe e concorrer à Mod Molly, clique aqui. Você só precisa preencher o formulário de inscrição uma vez.
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Tags: blythe, boneca, gincana, história, promoção, sorteio





nossaaa qe legal
eu nao sabia a historia delas …
super este post educativo rs
Nada como começar o dia a ler a história de vida destas cabeçudinhas ! Só tenho uma correcção a fazer…não são só as meninas brasileiras que são loucas por estas bonecas. Eu adoro-as e sou portuguesa !!!
Beijinhos e um bom dia para todas.
Patrícia
Que história!
Não dá para acreditar que no início foram rejeitadas pelas crianças! rs…
Kiss
amei a boneca…
Gostaria de saber aonde encontro….
se vc vende….
Gostaria de saber como adquiro uma.
Com carinho Márcia Gazoli.