Feliz Natal!
As lojas hoje estavam lotadas. As pessoas que deixam para a última hora compraram, com vontade, antes da meia-noite chegar. Quem olha de fora, como eu, fica com a impressão de que o Natal, para a maioria das pessoas, é mais uma obrigação do que um dia especial, de encontro e felicidade. O stress de comprar, ter ou dar acaba superando os sentimentos mais importantes. A espontaneidade fica perdida em meio à ordem de oferecer presentes, de qualquer jeito.
A Paula Clarice, leitora aqui do blog que me enviou este belo cartão retrô ali de cima, mandou junto uma carta onde escreveu que acredita que os presentes devem ser dados quando algo nos faz lembrar de alguém. Independente de data ou de imposições sociais. Claro que ela tem razão. É uma delÃcia receber presentes, mas sempre é mais gostoso quando eles dizem algo ao nosso coração.
Neste ponto, não faz muita diferença se o presente é feito a mão ou industrializado. Se for dado de qualquer jeito, para cumprir uma obrigação, só porque é Natal, perde-se a magia. O bom mesmo são presentes especiais – não pelo preço, mas pelo que vão significar para quem dá e para ganha. Talvez a noite de 24 de dezembro nem seja a mais indicada. Ou até pode ser, não existe regra quando se trata do que desejamos e sentimos.
Eu sempre achei que aniversários são muito, muito mais importantes do que o Natal. Porque aÃ, sim, a gente consegue ser mais pessoal, pensar melhor nos detalhes e na personalidade do aniversariante e do presente. Não é como agora, quando os presentes são comprados (ou feitos) de rodo. Eu sei que é legal ter um monte de pacotes embaixo do pinheiro. Só que é ainda mais legal quando conseguimos emocionar, independente do calendário.
Então, Feliz Natal! Livre de obrigações e de imposições. Que o seu coração seja a única coisa a determinar suas atitudes, hoje e todos os dias. E que os presentes da vida sejam também diários, embrulhados em momentos mágicos e não só em papel e durex. Curta a sua noite, com muitos pacotes, poucos pacotes ou nenhum. Como sempre, o importante é ser feliz – por mais clichê que isso soe.
Obrigada, Paula! Pelo cartão e pelas palavras













Eu tbém acredito que dar presentes não precisa ter data nem hora, quando gostamos de alguém e lembramos dela é sempre tempo de oferecer.
Fui criada sem a obrigação das datas e aproveitei o ensinamento do meu pai e criei minha filha assim também, lógico que sempre aparecia uma lembrancinha, mas lembrancinha mesmo, nada de grande gastos.
Natal é tempo de orar, agradecer e criar novas esperanças para o próximo ano, espero que este seja realmente um ano repleto de bons momentos.
Um beijinho a todas que por aqui passam e um beijinho a famÃlia “Banana” que esse ano ficou maior.
Te adoro Dani!
Feliz Natal.
ô querida, imagina. que bom que você gostou.
Feliz Natal
Dani, hoje é 25 ainda, então tem natal rolando… Imagino seu pinheirinho abarrotado de mimos, carinhos e emoções! Obrigada por tudo de lindo que você me proporcionou esse ano, tantas idéias e fofurices… Que sua famÃlia receba todas as bênçãos e receba um 2010 ainda mais criativo e interativo!
Beijos,
Ed
Feliz Natal Daniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii =D
E muito obrigada por todo o bem que você fez a nós com os seus posts incrÃveis, despertando em nós o poder da Arte!!!
Um grande bjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjjj
Felicidades Millllllllllllllll
Bê =D
Concordo contigo, gosto de inventar algo, mesmo que apenas a embalagem seja personalizada, o cartão tenha a ver com o destinatário. Acho mil vezes mais difÃcil ser criativa com presentes para homens, são muito limitadas as opções para eles. Vocês tem ideia de algo artesanal, handmade, craft para eles???Beijos!