Feira da Troca e da Barganha
Eu havia comentado aqui no blog que no sábado, dia 13/09, aconteceria, em Gramado, a 1ª Feira da Troca e da Barganha. Gostei tanto da idéia que fui lá conferir – e procurar por alguns objetos com história e a preços convidativos. Não me decepcionei. Apesar da pequena quantidade de bancas, consegui boas pechinchas.
E também foi interessante ver algumas boas idéias de quem está preocupado em agredir o menos possÃvel o meio ambiente. Como um aquecedor solar feito a partir de garrafas PET, que além de ser econômico e reaproveitar algo que ia acabar no lixo, ainda ajuda a economizar energia. Flores feitas com o plástico de garrafas PET e até um porta-canetas co cara de disco voador eram outras idéias para reaproveitar as embalagens de refrigerante.
À venda, muita roupa de segunda mão, alguns sapatos e bolsas, livros, revistas, bibelôs, ventiladores, fogão, máquinas de escrever, bijuterias… Também tinham algumas banquinhas de produtos novos, handmade. A maioria, de crochê. Mas também era possÃvel encontrar quadros, bolsas de tecido e shop bags. Sem falar de mel e outros produtos caseiros.
E o que eu trouxe para casa? Uma fita cassete (R$1,00), duas revistas em italiano (R$1,00 cada uma), um ferro de passar roupa com o suporte (R$12,00), um mini rolo de macarrão (R$3,00) e um jogo de sala de estar de brinquedo (R$7,00). As pechinchas: R$3,00 de desconto no ferro elétrico e um avental de brinde. Sem falar na diversão de encontrar itens bacaninhas, pechinchar por eles e pagar preços justos.
Sem contar que a gente ainda foi entrevistado por um repórter do Jornal de Gramado, com direito a fotografia e tudo
Tags: barganha, feira, meio ambiente, reutilização, troca








15 de setembro de 2008 Ã s 9:22 am
que legal dani
queria ta ai o/
mas ia ficar louca XD
bom as revistas em italiano falam sobre oq?
eu ia é procurar revistas com a Madonna rsrsrs
bjs dani
15 de setembro de 2008 Ã s 9:50 am
Lu, as revistas são de decoração. Mas eu comprei mesmo foi para me ajudar a estudar a lÃngua. Não vi nada com a Madonna lá, mas tinha vários LPs, umas fitas e várias revistas. De repente até tinha algo…
Beijo!
7 de agosto de 2009 Ã s 9:39 am
[...] Um garage sale é um jeito ótimo de se desfazer de todas as tralhas que ficam atravancando canto e ainda ser ecologicamente correto e econômico, neste caso tanto para quem vende quanto para quem compra. Afinal, o saudável hábito de vender, por precinhos amigos, coisas que já não têm mais serventia para nós também é uma maneira legal de gerar menos lixo e ainda conseguir uma grana descompromissada. Mesmo assim, aqui no Brasil não temos o costume de vender nossos despojos consumistas. O que é uma grande pena! Cada vez que eu vejo uma garage sale em um programa de TV ou fotos das felizes aquisições de quem foi a alguma, fico me perguntando qual a nuance da nossa cultura que não assimilou as imensas possibilidades que existem em vender o que não se quer mais. Hoje, lendo as dicas do site Martha Stewart sobre como organizar uma feirinha para vender as tranqueiras que se tem casa, fiquei de novo morrendo de vontade de ter uma dessas feiras aqui por perto. E também fiquei pensando que, se a gente começar a tratar do assunto, quem sabe o costume se espalha e nós finalmente possamos também nos orgulhar das barganhas que conseguimos. Para quem, como eu, se animou com ideia, algumas dicas, que retirei do site da Martha Stewart. -Para começar, é interessante encontrar uma ou duas amigas que também estejam querendo se livrar de algumas coisas. Assim, a quantidade de potenciais compradores também será maior, já que cada uma pode chamar amigos e conhecidos para o dia de vendas. Imprimir alguns panfletos, mandar emails, fazer telefonemas… a propaganda é a alma do negócio também nas vendas de garagem. -Como é uma venda informal, é preciso pensar no espaço onde serão expostos os itens. O ideal é que seja ao ar livre, no jardim. Mas é preciso levar em conta que pode chover no dia marcado, então pense sempre em um plano B. Mesas e estantes podem ser grandes aliadas para expor os produtos. Quanto mais organizado, mais fácil de os “clientes” encontrarem seus achados. -A venda de garagem pressupõe que haverá uma certa barganha. Tenha isso em mente na hora de colocar os preços. Mas eles não podem ser altos a ponto de desistimularem a compra. Assim, se você acha que aquele ventilador velho não vale mais do que R$15,00, peça R$18,00 e depois dê desconto de R$3,00. -Todos os itens devem ter uma etiqueta com o preço. Isso evita confusões e deixa tudo mais simples e organizado. Se a venda for em conjunto com outras pessoas, façam uma lista completa de tudo que está em exposição, com o preço. Assim, ao final do dia, vai ser fácil contabilizar quanto cada um vendeu e quanto deve receber. -Pense no troco. Geralmente os preços são baixos e você vai precisar ter um pouco de troco para o inÃcio das vendas. Também pense onde ficará o dinheiro e, se possÃvel, determine uma pessoa para ficar encarregada de todos os recebimentos e trocos. Ela servirá de caixa e centralizará o dinheiro. -No caso de colocar a venda equipamentos elétricos e eletrônicos, tenha uma tomada elétrica e pilhas à disposição dos seus clientes, para que eles possam testar os objetos e ver se estão mesmo funcionando. -Durante o dia da venda, vá analisando as compras e mudando coisas de lugar, para estimular quem chega. Se perceber que alguns itens estão encalhando, baixe os preços ou crie sistemas de descontos para quem levar várias coisas. Talvez a primeira experiência não seja um sucesso total. Mesmo assim, será o primeiro passo. Com o tempo e o costume, é bem possÃvel que a gente também crie este saudável hábito de vender o que não tem mais utilidade para nós, cobrando pouco e ainda se divertindo no meio do caminho. A propósito: o George não está à venda Para saber mais: -Yard-sale guide, no site Martha Stewart -Feira da troca e da barganha [...]
16 de dezembro de 2009 Ã s 4:51 pm
onde posso emcontrar esse tipo de feira,achei o maximo.
bj.