BananaCraft

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Diy for people who has a taste for something unique and a little diferent. Here you will find all the handmade technics, tutorials and inspiration for your craft projects.

Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
Julio Verne


Um mundo de coisas por descobrir - este é o espírito da obra desse francês que deu uma sacudida na literatura. Com histórias ingênuas e emocionantes, ele ignora o tempo e se mantém cada vez mais contemporâneo. E o mesmo se pode dizer de algumas edições de seus livros.




Seguindo a tendência de "explorar o desconhecido", as ilustrações e as capas são verdadeiras obras de arte a parte. O colorido das capas já dá uma idéia do que se esperar da história: cores primárias, sentimentos puros.



Tudo convida a viajar, se não em carne e osso, mas no papel, tendo como guia monsieur Verne. O que alguém pode pedir mais? Boa companhia, excelentes histórias, visual retrô. Tudo ao alcance da mão. Basta ir até um sebo ou procurar nas bibliotecas familiares.



Os meus vieram de sebos e agora enfeitam minha estante, além de serem uma bênção em dias cansados, quando quero esquecer da vida.

Para saber mais:
Julio Verne

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Molde: aqui é o seu lugar


O título deste post poderia ser parte de uma conversa solitária entre você e a sua bagunça. Eu já tive dias assim, de desequilíbrio causado puramente por papéis bagunçados na gaveta. Achei a solução criando não só um arquivo de idéias como um de moldes.




Tudo que me chama atenção vai para lá, junto com moldes antigos, que eram da minha mãe e até da minha avó. Assim, juntinhos, não tem perigo de extraviar, rasgar, sujar. E as gavetas ficam livres para assuntos mais gaveteiros. :D

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Inspiration book


Existem revistas, folhetos, catálogos e impressos que são impossíveis de se jogar fora. As fotos são lindas, os objetos são maravilhosos, as idéias que apresentam são ótimas... O problema é que deixá-los jogados por aí, perdidos em uma gaveta (ou em muitas), não é de muita ajuda na hora que você mais precisa: quando a inspiração não vem.




Montar uma pasta, um caderno ou um álbum com esses recortes é um jeito bem prático de ter tudo sempre a mão, de maneira organizada. Fichários como o da foto são ideais, porque a gente sempre pode inserir mais sacos plásticos, garantindo a ordem sem ter que passar trabalho.



O ideal é agrupar as figuras por temas, tipo: bordado, crochê, costura, tricô, feltro, decoração, moda... Na hora de procurar, fica mais fácil. Mas se você é como eu e gosta de fazer as coisas um pouquinho diferentes, vale a dica de agrupar por cor. Não interessa o assunto, mas a cor utilizada.



Fica mais bonito e também não deixa a gente presa a um tema. Estão todos ali, desfilando até que você se decida por algum.

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Pequeno e lindo


Esta é para resgatar a ingenuidade de cada um. Originalmente citado como um livro para crianças, O Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint-Exupéry, é um ícone que trascendeu a rótulos. Além da beleza do texto, ele encanta pelos desenhos singelos, tímidos e recatados. Só de olhar para eles, a gente percebe que este é um livro de delicadezas.




Escrito por um aviador no tempo em que voar era algo romântico, aventureiro e heróico. Mas também um homem que pensava na natureza humana, que queria fazer mais do que passar em brancas nuvens, com o perdão do trocadilho.:) E o resultado são páginas e mais páginas de pura beleza - escrita e representada.



Quando estiver precisando de inspiração para um projeto craft (ou para vida), abra as páginas de O Pequeno Príncipe e respire fundo. Pode ter certeza de que ela virá.

Para saber mais:
-Antoine de Saint-Exupéry
- O pequeno príncipe

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Eu, eu mesma e meu livro


Nada como um dia daqueles em que a gente pode sentar no sofá, abrir um belo livro e esquecer do tempo. Enquanto as letras vão formando palavras, as palavras formam frases que levam a gente pra longe, ou pra dentro.




Quando se pode parar com todo o resto e ficar, na história, a gente não sabe nem mais direito quem é, se tem problemas ou felicidades. Nosso agora é o do papel e da tinta, das folhas passando e do personagem indo ao encontro do fim.



Triste, alegre ou apático, um persongem sempre tem um fim. Nem sempre é o fim que daríamos a ele, mas fazer o quê? Assim é a vida, ou a literatura. Não se pode ter tudo e nem tudo é como a gente sonha. A não ser as tardes mornas de leitura.



Porque pode até estar friozinho lá fora. É aquecer um chá, afofar as almofadas e deixar os pés sentirem uma velha meia. E o personagem lá, fazendo de tudo para chegar ao final. Será que feliz?

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Agenda 2008


Ano novo é como agenda nova: tudo em branco, esperando para ser escrito. E é tão bom folhear as páginas, sentir o cheirinho do papel, as linhas vazias... A sensação é ter o futuro ali, na palma da mão.




Embora todo mundo saiba que decisões de ano-novo, planejamentos de início de ano e todo esse tipo de decisões não são temas muito simples de lidar, sempre tem aquele gostinho de "ah, ano-novo, vida nova..." Então é melhor aproveitar enquanto as folhas estão imaculadas e ir sonhando com grandes compromissos para anotar.



Depois, quando a vida como ela é começar a aparecer, é só dar de ombros e procurar pelas sextas-feiras. Ao lado dos dezembros, elas são uma bênção que qualquer agenda oferece.

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Pendura aí!


Quem adora bijuterias - colares em especial - vai gostar dessa dica. Ao invés de deixar suas bijus escondidas e bagunçadas dentro de uma caixa, você pode encontrar ganchos legais para pendurá-las. Este aí de cima, por exemplo, é um daqueles soldadinhos que servem para trancar janelas em casas antigas.




Mas você pode usar qualquer gancho bacana, que o efeito será ótimo. Além de deixar seus colares mais organizados, você ainda tem a chance de exibi-los pela casa. Assim não é só você que se embeleza com eles, mas a casa também.



Outra opção é colocar pequenos ganchos na porta do guarda-roupa e pendurar as bijuterias lá, bem guardadinhas. A vantagem é que elas não ficam expostas à poeira, embora você perca em efeito decorativo.


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Charme extra


Não tem coisa mais desmacha-prazer do que você encontrar alguém com uma roupa igual a sua. A visão de alguém que escolheu o mesmo que você costuma ser decepcionante porque temos a ilusão de que somos únicos, incomparáveis e diferente de todo o resto.





Ilusão porque o ser humano é muito mais parecido e faz escolhas muito mais previsíveis do que a gente teima em afirmar. Mas não precisa se desesperar e nem achar que eu sou uma desequilibrada. Calma, há luz no fim do túnel.



E o nome dela pode ser lenço. Sim, os velhos e amigos lenços, echarpes, cachecóis... Com eles, fica quase impossível você encontrar um par-de-vaso pela rua afora. A maioria das pessoas não sabe usar ou não simpatiza muito com esse acessório que já teve dias de glória e agora anda meio abandonado.



Uma injustiça, já que tem mil e uma utilidades (psiu, não estamos falando de lavar a louça, não, tá?). Você pode usar lenço no cabelo, no pescoço, na cintura, como canga na praia, para enfeitar bolsas e chapéus, no bolso do casaco... Tenho certeza de que você pensou em várias maneira legais.



Então, tá esperando o quê? É possível encontrar para todos os tamanhos de bolso ($), em diversos formatos e com padronagens maravilhosas. Ah, a propósito, os lenços que ilustram este post são minha coleção particular. Muitos eu herdei da minha mãe e os outros eu fui comprando, de acordo com meu estado de espírito. Quer arriscar uma coleçãozinha também?

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Carimbos feitos a mão


Carimbos exclusivos, com seu tema preferido, não são problema para quem tem um mínimo de habilidade para esculpir. Borrachas escolares comuns são a base para esta divertida maneira de personalizar livros, álbuns, scrapbooks, correspondências e o que mais a sua imaginação sugerir.




A princípio, qualquer tipo de borracha serve, embora aquelas plásticas, que quase não esfarelam, sejam as melhores. Você também vai precisar de um estilete e de um lápis de escrever. Escolha um desenho - pode ser impresso ou feito a mão, depende das suas habilidades - e transfira-o para a borracha.



A maneira mais rápida de fazer isso é virar o papel e "pintar" o verso da figura tendo a borracha como base.



É preciso tomar cuidado para o desenho não ficar com alguma parte fora da borracha! Quanto menor o trabalho, maiores devem ser os cuidados e mais difícil fica.



Com o desenho já na borracha, começa o processo de esculpir. Não existe uma regra para isso. Você vai ter de encontrar o jeito mais simples e mais fácil, de acordo com seu estilo de trabalho - acredite, rapidinho você vai ter um.



É preciso ter paciência e escolher um local bem iluminado, para não cortar fora nenhum detalhe da figura.



Eu prefiro começar belas bordas da borracha e depois fazer o centro do desenho, mas isso também é algo que você vai definindo com a prática.



Tome cuidado para não cortar a borracha demais, para não ter perigo dela quebrar no meio.



Quanto mais detalhes tiver o seu desenho, mais difícil será para fazer o carimbo. Para quem está começando, o ideal são desenhos bem simples, sem nada para esculpir no interior, apenas as bordas.



Também é importante não deixar nenhuma aresta saliente, para que ela não interfira no resultado final.



Para conferir se não tem nenhum pedacinho extra de borracha, o melhor é dar uma carimbada e conferir o resultado.



No meu caso, você pode notar que tem algumas sujeirinhas de tinta na borracha, fora do desenho. É só usar o estilete e tirar essas marcas fora, cuidando para deixar mais baixo que o desenho do carimbo.





Carimbe outra vez e confira o resultado. Caso ainda tenha alguns pontos, tire fora.



A foto acima mostra a quantidade de lixo gerada. Não é muito, mas é bom ter um lixo de mesa por perto, para evitar espalhar restos de borracha pela casa.



Agora é só sair carimbando por aí! E uma última advertência: estiletes podem ser perigosos, nunca utilize-se contra a sua própria pele. Ah, e fazer carimbo é um ato que vicia. Acredite, eu sei do que estou falando. :)

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008
Criatividade além da conta


Tem dias que a gente sente vontade de inventar algo novo e não sabe bem o que fazer. Miçangas e vidrilhos podem ser uma opção prática e barata. Você sempre pode ter um vidro cheio delas, porque ocupa pouco espaço e não custa quase nada. E as possibilidades de criação são enormes.




Hoje eu não vou dar nenhuma sugestão em particular, tipo faça um coração de arame com contas ou um colar de várias voltas com miçangas. Afinal, às vezes é importante a gente tirar algo que está lá dentro, esperando para o cérebro dar o ok. Por isso, não vale dar uma olhadinha na internet, nem em revistas ou livros.



Sente em frente ao material que você escolheu - que pode ser qualquer, afinal a criação vai ser exclusivamente sua - e mãos à obra. Depois é só curtir o resultado!:)

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De forno e fogão


Quantas vezes por semana você come em sua própria casa? E quantas vezes prepara a sua própria comida (descongelar refeições industrializadas não conta)? Quantas vezes come na frente da TV, sem nem pensar no que está ingerindo? Se o seu placar está alto, sua saúde não deve estar. Mas o que isso tem a ver com o mundo craft? Tudo, já que diz respeito ao seu mais caro bem: seu corpo.




Quem cozinha sua própria comida aprende que ela tem um tempo certo para ficar pronta, que não adianta querer apressar as coisas - apressado come cru, lembra? Além disso, comer em casa, com calma e tranqüilidade faz com que a gente coma menos e seja mais criterioso com o que vai levar a boca.
Não é à toa que o chef inglês Gordon Ramsay tem feito campanha para que as mulheres voltem a cozinhar e redescubram os prazeres da boa comida. Não é à toa, também, que muitos homens estão assumindo esse lado "dona-de-casa". A verdade é que cozinhar é gostoso, saudável, divertido e combina com o mundo craft.

Para saber mais sobre Gordon Ramsay.

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Era uma vez um tear...


Há quase seis anos atrás, numa viagem a Florianópolis, decidi comprar um tear de mesa. Na hora da compra, achei que valia muito mais a pena comprar o tear do que um cachecol feito nele que custava mais ou menos a mesma coisa. Não sei mais quanto paguei, mas deve ter sido algo em torno de R$100,00 em valores atuais. Voltei pra casa feliz da vida.




Montei o tear, envernizei as partes de madeira para dar mais proteção e tentei fazer uma amostrinha, para ter uma idéia do negócio. Frustração! Achei demorado, chato, desconfortável - um horror. Guardei o tal tear e não pensei no assunto por um bom tempo.



O problema é que ele ocupa um espaço considerável e começou a me atrapalhar. Depois de algumas idas e vindas entre a minha casa e o meu trabalho (na época eu tinha uma livraria e cheguei a usá-lo como peça de decoração), decidi que já tinha guardado o tear por muito tempo e que era hora de vendê-lo. Comentei com algumas pessoas, cheguei até a botar preço no bichinho.



Uma amiga da minha mãe garantiu que ficaria com ele, mas nunca aparecia para buscar. Até que um belo dia, minha tia L. decidiu dar uma olhada, para ver como era. Crocheteira de mão cheia, ela viu no tear uma possibilidade legal. E foi só nesse dia, mais de cinco anos depois de ter comprado o cidadão é que eu fui reler o manual.



Como você já deve ter adivinhado, eu estava fazendo tudo errado. Por isso demorava séculos, era cansativo e sem graça. Porque eu não estava fazendo como deveria ser.



Minha tia ficou sem o tear, a amiga da minha que queria comprar também. Ele agora tem lugar de honra aqui em casa, depois que mostrou tudo que é capaz.



E a moral da história? Ler os manuais, é claro. Ser mais tolerante, menos arrogante, mais paciencioso, menos imediatista... Sei lá, as lições são muitas, depende do estado de espírito de cada um de nós.:)

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Costura nossa de cada dia


Depois de anos perdida no ostracismo, a costura está voltando a fazer parte da vida contemporânea. Nossas mães, avós, bisavós e trisavós tinham o hábito, salvo raras exceções, de costurar peças em casa. Podia ser um jogo de lençol, uma toalha de mesa, camisas, calças ou até uma simples bainha. Com as modernidades e facilidades cada vez mais acessíveis, coser se tornou antiquado e obsoleto.




Até que a gente redescobriu o quanto é gostoso poder fazer as próprias roupas, deixando tudo com a nossa cara e o nosso gosto. É claro que ninguém imagina uma sociedade sem as peças prontas (algumas maravilhosas), que a gente tira da prateleira, passa no caixa e leva para casa sem trabalho algum.
A diferença é que agora temos consciência do valor de tudo que é feito a mão, personalizado, pensado e projetado com carinho. E a costura é um campo tão fértil, cheio de possibilidades de criação, que é cada vez maior o número de pessoas dispostas a passar um pouco de sufoco para produzir algo handmade.



Sem contar que o tempo que se passa na máquina é quase uma meditação. Seu pensamento se abstrai, as preocupações do dia-a-dia vão embora e sobram só você, o tecido, a linha e a agulha, com um barulhinho bom de fundo. O resultado é uma produção artesanal, passional e recheada de significado. E é por tudo isso que a costura voltou a fazer parte das nossas vidas, tomara que para sempre!

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O prazer da coleção


Atire a primeira pedra quem nunca cogitou a possibilidade de começar uma coleção. As pessoas guardam de tudo: selos, moedas, latas, copos, xícaras, bonecas, carrinhos, carrões, objetos em forma de animais - a lista é infinita. Quem gosta de costurar e de manualidades em geral, costuma ir acumulando tecidos, fitas, papéis, decotapes, contas, botões...




Na verdade, o colecionador não se importa com o valor material da sua coleção. Como os objetos de desejo remetem a sentimentos prazerosos, cada vez a pessoa sente mais vontade de acumular "tesouros". É um pedacinho da história pessoal de cada um que se esconde por trás dessas compilações tão queridas.
E qualquer um dos objetos que fazem parte delas têm sua própria trajetória, seu jeito único de fazer relembrar. Por isso é gostoso não só colecionar, mas passar horas admirando cada item, buscando o passado e sonhando com o futuro.

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Touquinha da beleza


Crafters têm uma facilidade incrível para acumular coisinhas. E encontrar lugar para guardar tudo isso? Uma boa idéia são vidros de conserva. Com pequenos detalhes, eles ganham roupa nova e fazem bonito em qualquer craft room.




Uma opção rápida, prática e facilmente renovável é colocar uma "touquinha" na tampa do vidro. Pode ser uma com aplicação de crochê, como a da foto acima, ou aquelas mais simples, só com um viez na borda. Vale até cortar um tecidinho com tesoura de picotar e amarrar com uma fita de cetim.



O legal é que você reaproveita os vidros, dá uma geral na bagunça e ainda põe um charme extra no seu espaço!

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Coisa da vovó


Quem disse que os antigos paninhos de crochê, que a sua avó usava para enfeitar os móveis da sala com bibelôs em cima, não servem para nada? Existem milhares de projetos craft que você pode fazer aproveitando essas antigüidades. Uma delas é dar um upgrade em almofadas.



Estas almofadas são o exemplo clássico da total reutilização. Para fazer as almofadas, aproveitei as pernas de uma pantalona jeans. Costurei as extremidades e preenchi com fibra. Em seguida, apliquei um paninho de crochê em cada uma.



O visual ficou divertido, aproveitei coisas que eu tinha guardadas e minha avó deve estar feliz lá no céu, vendo que nem todas as suas netas desprezam os seus famosos crochês, hehehe.

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Shopping bag


Todo mundo já está cansado de saber que as indefectíveis sacolas de plástico são uma praga que precisa ser extirpada. Também já virou moda ter uma shopping bag de tecido, reutilizável e totalmente ecológica. Mas não é só porque virou moda que a gente vai sair para fazer compras com uma sacola de tecido sem personalidade a tiracolo. Um pouco de charme e customização fazem toda a diferença na hora de ir às compras.




No meu caso, dois simples retângulos de chita brasileira e uma meia dúzia de enfeites foram o suficiente para criar uma bolsa original. Costurei as duas laterais e a parte de baixo de dois retângulos de 40x28cm de chita. Optei por um rosa estampado com flores grandes, para dar um efeito bacana.
No interior, entre a bolsa em si e o forro, coloquei uma camada de EVA rosa. Apesar de não aparecer, ele serve para deixar a bolsa mais estruturada - o rosa foi só para eu mesma saber que até o miolo estava combinando bonitinho.:) Para as alças, utilizei talagarça (25cm de comprimento em cada uma).



Depois da bolsa pronta, veio a parte mais divertida: a decoração de "exteriores". Aproveitei umas flores de crochê rosa e forrei alguns botões com a mesma chita da bolsa. Apliquei cada desses detalhes no final de cada alça. Com isso, além da função decorativa, os botões e as flores também serviram para esconder o acabamento da talagarça, que não tinha ficado lá muito belo.



A parte da frente ficou mais incrementada e a de trás mais simplesinha justamente porque não gosto de nada simétrico ou certinho demais. E você, já pensou no que fazer para deixar sua shopping bag mais craft?


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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008
Fadas de contas


Elas são delicadas, brilhantes e divertidas, além de fáceis de fazer. São um ótimo adorno para cortinas, pingentes e o que mais a sua imaginação sugerir. Feitas de contas e arame para bijuteria, estas fadinhas deixam tudo mais alegre.




Para o corpo, corte 25cm de arame. Dobre ao meio.



Deixe um anel, como na foto acima, que é onde você vai pendurar a fada depois de pronta.



Insira uma tulipa (utilizada para montagem de bijuterias) para dar acabamento.



Em seguida, coloque uma conta com diâmetro de aproximadamente 1cm. Esta é a cabeça da sua fada.


Corte outro arame, desta vez com 20cm. Insira nele contas pequenas (na foto foi utilizado cascalho) e forme um "8", deixando uma sobra de arame nas duas pontas. São as asas da fada.



Prenda as asas na fada utilizando as sobras de arame.



Corte outro arame, agora com 10cm. Prenda abaixo das asas, deixando as sobras de tamanhos iguais, uma para cada lado do corpo, para formar os braços.



Em seguida, monte o corpo da fada.



Aqui foram utilizadas uma estrela de cerca de 0,5cm e uma conta em formato de coração de aproximadamente 1,5cm.



Em seguida, monte as pernas colocando vidrilho (ou miçangas pequenas) em cada arame separademente.



Para arrematar, coloque uma miçanga grande e torça o arame como na foto abaixo.



Repita o passo acima para fazer a outra perna.



Para preencher os braços, utilize o mesmo vidrilho das pernas e dê o mesmo tipo de acabamento.



Faça dos dois lados, cuidando para que braços e pernas fiquem com o mesmo comprimento.



Sua fada está pronta!



Agora é só variar nos formatos das contas, nas cores do arame e no tamanho da fada em si!

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Dolce far niente?


Férias é o tempo em que você aproveita para não fazer nada e ficar de papo pro ar, esperando os dias passarem? Você já pensou que pode estar desperdiçando um tempo precioso enquanto imagina estar apenas de bobeira? Dependendo de quantos dias dura a sua folga, vários crafts poderiam estar sendo produzidos.
Duvida?




Existem até livros com o tema: projetos que você pode realizar em um único dia. É só fazer as contas e deixar a preguiça de lado. Pode ser um bordado, uma costurinha abandonada, um tricô quase pronto, eu não sei. Cabe a você botar a memória para funcionar e lembrar de tudo que está pendente por aí.



Você vai acabar as férias com um monte de realizações. Em troca, terá perdido várias horas sem fazer absolutamente nada. Como diria André Gide, "não se descobrem novas terras sem consentir em perder a praia de vista por um longo tempo".
Vai encarar?

Para saber mais sobre André Gide.


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O tempo do tempo


Quantas vezes você já usou a desculpa da falta de tempo para não fazer tudo o que gostaria? Impossível contar. E quantas vezes já desejou que o dia tivesse 48h, 72h? Cada vez mais a gente adia aquilo que nos dá mais prazer em prol do trabalho massivo, dos compromissos sociais, da televisão e de uma série de outras coisas que, no final das contas, não acrescentam muita coisa em nossas vidas.
As coisas mais gratificantes - como tecer um cachecol ou pintar a parede da sala - ficam relegadas aos momentos de folga, ao "quando der". Tudo por culpa da pouca capacidade que o ser humano tem de definir as suas prioridades e se manter fiel a elas.



A correria do dia-a-dia geralmente não leva a lugar algum. O bom mesmo é quando a gente pode organizar o tempo de acordo com o que realmente tem sentido. E não precisa ser nada de muito magnífico ou majestoso, não. Arrumar uma gaveta colocando sachês de lavanda feitos em casa. Dar banho no cachorro. Podar as plantas. Tirar fotos dos passarinhos que visitam o seu jardim. Brincar com as crianças. Ler um belo livro durante a tarde. As opções são suas, você decide o que importa.



O bom mesmo é saber que o seu tempo é você quem faz. Mesmo sabendo que na tv está passando algo que você até queria ver ou que os seus amigos estão reunidos em mais um programa meia-boca. Se não é nada disso que tem valor agora, dê de ombros e siga seu ritmo. Sua vida agradece.


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Heranças que não têm preço


A valorização do antigo é um acontecimento um tanto quanto recente nas sociedades ocidentais. Até alguns anos, bom mesmo era comprar tudo novo e jogar fora os trastes dos avós e dos pais. Felizmente esse consumismo maluco tem dado lugar a uma nova maneira de pensar, muito mais sentimental e verdadeira. Sempre que alguém se propõe a cuidar e preservar objetos "velhinhos", está cuidando e preservando não só a sua história, mas a do lugar em que vive e o seu próprio tempo.



Guardar e utilizar essas pequenas heranças é uma ótima maneira de se manter em ligação com seus ancestrais - pode ser o relógio que era o avô, o bule que a bisavó usava para coar café ou a bolsa que a mãe usava quando tinha 18 anos. O que importa é que aquele objeto faz parte de tudo o que aconteceu na sua família até aqui.
E tem a possibilidade de sobreviver a você, através dos seus filhos e netos. Basta que não só você valorize e preserve, mas que também passe adiante esse sentimento de respeito e admiração por tudo que tem um passado.



Para não correr o risco de ter uma casa com cara de museu ou um guarda-roupa com cheiro de naftalina, basta mesclar o velho e o novo. Peças retrôs ficam um charme em casas modernosas e roupas antiguinhas casam perfeitamente com itens de vanguarda. Basta usar o bom senso e aproveitar!


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A luz que vem das velas


Não precisa muita coisa para transformar um jantar comum em uma noite especial. Além de uma comidinha honesta, feita em casa com todo o carinho, pequenos detalhes fazem toda a diferença. Uma boa, simples e econômica idéia é acender algumas velas.




Claro que um bom vinho, uma champanhe ou um moscatel ajudam a criar clima, mas a luz trêmula de uma vela é mágica. Ela tem o poder de deixar mal-humor e problemas trancados do lado de fora da sala. Seu brilho dourado inibe qualquer palavra mais áspera e convida ao sorriso.



Uma vela de base larga, várias velas pequenas (como as das fotos), candelabros mais elaborados - tudo depende do seu estilo e estado de espírito. O importante é que a escolha seja prática e segura. Afinal, ninguém quer transformar um jantar romântico em um incêndio.:D Para evitar qualquer surpresa desagradável, tome o cuidado de apoiar a vela em uma superfície que não seja inflamável e não deixe flores, tecidos e plásticos na mira da chama.
Depois é só aproveitar! Tintim!!!

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Organização só faz bem


Você vê na web uma flor bacana e lembra de um pedaço de feltro que guardou em algum lugar e serviria perfeitamente para o novo projeto. O problema é que você não sabe onde o feltro está, perdido no meio da bagunça. Depois de procurar por algum tempo, deixa a idéia de lado e decide comprar uma pregadeira nova, ao invés de fazer a sua própria. Ou então corre no armarinho mais próximo e compra mais um pedaço de feltro para poder colocar a mão na massa.
Essa história é familiar? Quantas vezes a gente desiste de um projeto ou gasta um dinheiro que não precisaria tudo por culpa da desorganização... Além de ser frustrante, cara e estressante, a bagunça só serve de desculpa para a preguiça.





Não há nada mais frustrante do que procurar por algo que você sabe que tem e não encontrar de jeito nenhum. E a única solução para esses momentos inglórios é justamente colocar ordem no caos. A melhor forma de atacar a bagunça é separando todas as suas tralhas de acordo com alguma ordem. Por exemplo: tecidos em uma cesta, fitas em uma caixa, linhas em outra, botões em um vidro...
Se cada coisa tiver o seu lugar, fica mais fácil de encontrar e você não corre o risco de sair comprando repetidamente as mesmas coisas. Além disso, é uma ótima sensação entrar no craft room e saber direitinho onde está aquela revista com moldes de bordado ou aquela fita com bolinhas vermelhas.



Organizar é um hábito. Depois que você pega o jeito e acostuma a guardar tudo no seu devido lugar, não vai mais nem sonhar em deixar as coisas jogadas de qualquer jeito. A única receita infalível é esta: comece já e a sua vida nunca mais vai ser a mesma. Sem dúvida.

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Calendário 2008


Para não perder nada em 2008, um calendário personalizado, com alma craft! Seu craft room é um lugar de diversão, mas também é um espaço dedicado ao trabalho, certo? E não existe trabalho que não precise de uma certa ordem e método. Saber em que dia você está de um jeito mais criativo e bacana é uma ótima maneira de começar o ano.
Clique na foto para ampliar e imprimir.



Você também pode criar seu próprio calendário. Com um software tipo Photoshop ou CorelDraw - até o coitadinho do Word (ou o ótimo e gratuíto BrOffice) te ajuda nessa - é fácil! Para não ter muito trabalho, você pode pegar o calendário em si pronto e só adicionar uma moldura ou foto.
Aqui você encontra o calendário de 2008 para download.

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008
Carimbo: Kit Craft


Para abrir a seção "Kit-Carimbo", nada melhor do que uma seleção de desenhos que tem tudo a ver com manualidades. O Kit Craft é perfeito para você fazer carimbos para decorar etiquetas. Elas podem servir para correspondências, caixas, tags...


Para imprimir, clique na figura, copie e depois cole em um editor de texto ou de imagens.

Como fazer carimbos de borracha.

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De presente: tags


Depois de passar horas produzindo algo com o maior cuidado, você precisa caprichar também na embalagem. Afinal, a primeira impressão é mesmo muito importante. Pensando nisso, o BananaCraft criou uma série de tags De/Para para você imprimir e adicionar nas suas produções handmade.




Todas têm temas fofos e alguns são mais específicos: sewing, knitting, bags, apple and cherry, mushroom, milk and bread.



Para imprimir, basta clicar em cada figura e depois salvar no seu computador.



Você pode acertar o tamanho que quiser. A sugestão que a gente dá é que cada tag tenha 4,5x3cm.



Para um resultado final mais bacana, imprima em papel de alta gramatura (180g ou mais), de cor clara.



Depois é só recortar, fazer um furinho e prender com palha de buriti ou uma fita de cetim bem fininha.

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Domingo, 20 de Janeiro de 2008
About BananaCraft


As idéias surgem sem muito aviso e nem explicação. Quando a gente vê, está com uma coceirinha que vai tomando forma e acaba em algo legal, como é o caso deste blog. Primeiro foram algumas navegadas na web, procurando por coisas interessantes. Depois foi um misto de decepção com empolgação. Encontrei alguns blogs e sites bacanas, que falavam sobre o que eu estava procurando, mas também fiquei com um gostinho de quero mais.

Aos poucos, olhando aqui e remexendo ali, a idéia de montar um site pra falar de crafts surgiu. Só que criar um site parecia mais impessoal e complicado e acabei pensando em um blog mesmo. Já tinha uma experiência mínima (com o Menina de 70) e uma formação profissional que ajudava (sou jornalista, editei durante 4 anos uma revista, tive uma livraria e trabalhei durante muito tempo como designer gráfico). Passei alguns meses com a idéia na cabeça, sempre procurando por sites e blogs parecidos com o que eu estava querendo fazer.

Como não encontrei nada exatamente nos moldes que estava procurando, achei que valia a pena tentar. Decidi o nome, bolei uma logomarca e abri uma conta no Flickr, para ir tendo contato com as pessoas enquanto o blog não estava online. Ao mesmo tempo, fui montando o visual da página, que eu queria que refletisse o espírito craft. Também passei a colecionar idéias e a fazer fotos de todas as minhas produções, para ter por onde começar.

As editorias básicas - Craft room, Craft fashion, Interview, Great stuffs, Buy handmade e Think about - eu decidi baseada nas minhas próprias preferências. Todos os posts com o tag Craft room tratam de assuntos relacionados ao que se pode fazer a mão, além de dicas de organização dos suprimentos e do espaço de trabalho/lazer.

Craft fashion trata de assuntos que você pode usar como inspiração para criar sua própria moda. É tudo aquilo que você pode fazer para si mesma, junto com tendências e novidades. Já a seção Interview vai sempre trazer entrevistas com crafters, falando sobre suas preferências, permitindo que você se identifique e aprenda um pouco mais com quem é craque no assunto.

A seção Great stuffs apresenta objetos, idéias e inspiração para os seus projetos. Não necessariamente são coisas handmade, mas sempre são relacionadas com esse universo. No Buy handmade você vai encontrar uma seleção especial de produtos feitos a mão. Eles estarão lá por um bom motivo: ou são inovadores, ou super cute, ou uma grande idéia, ou muito caprichados... Por fim, mas não menos importante, está o Think about, um espaço dedicado à "inspiração craft". Para aqueles momentos em que a gente precisa parar, pensar e só depois decidir o que fazer.

Como o universo craft é muito amplo, vamos aos poucos definindo quais temas serão figurinha fácil por aqui. A princípio: bordado, carimbo, costura, tricô, crochê, papel, feltro, bijuterias e acessórios, matéria-prima, ferramentas, decoração, upcycling, reciclagem, reutilização, livros, tutoriais... Na verdade, a intenção é tratar um pouquinho de tudo que interessa a meninas que gostam de fazer do seu jeito.

Ah, pra quem ficou curiosa, esta aí embaixo sou eu, na década de 70, no melhor estilo "paz e amor".

Daniele Sinhorelli




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